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Projeto de pesquisa e proteção de tartarugas identifica “visitantes” em Itaipu

Por Sônia Apolinário
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28 tartarugas já foram catalogadas pelo Projeto Aruanã; algumas eram “novatas”, que atravessaram o oceano até o nosso litoral
tartaruga medição
A maioria já era “conhecida” dos pesquisadores. Foto: Divulgação

Um total de 28 tartarugas já foram intencionalmente capturadas dentro dos trabalhos do projeto Projeto Aruanã, iniciados na terça-feira (10),  na Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (Resex), na Região Oceânica.

A maioria foi recaptura, como informou a coordenadora do projeto, Suzana Guimarães.

No primeiro dia, das 16 tartarugas capturadas, 12 já eram “conhecidas” e quatro “novatas”. No segundo dia, foriam 10 recapturadas e duas novas capturas.

– Chamamos estas novas capturas de recrutas, ou seja, são tartarugas recém chegadas às regiões costeiras após a fase juvenil oceânica e caracterizadas por apresentarem o comprimento curvilíneo da carapaça entre 30 e 40 cm – informou Suzana.

O Projeto Aruanã é dedicado à conservação das tartarugas marinhas da Baía de Guanabara e regiões costeiras adjacentes. Essa fase de captura intencional tem duração de oito dias. O objetivo das capturas é fazer um monitoramento das tartarugas que têm suas condições de saúde avaliada e seu tecido coletado para a realização de pesquisas.

 

 

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