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Núcleo de Refugiados de Niterói terá nome do congolês Moïse Kabagambe, assassinado no Rio

Por Redação
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Prefeitura oferece serviços de atendimento, orientação jurídica, psicológica e assistencial para migrantes residentes na cidade.
Moise Kabagambe
Jovem congolês de 24 anos, que trabalhava num quiosque na Barra da Tijuca, foi espancado por 15 minutos. Foto: Reprodução da Internet

“Núcleo Moïse Kabagambe para Migrantes e Refugiados”. Assim será chamado o programa da Prefeitura de Niterói para refugiados,  em homenagem ao congolês brutalmente assassinado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O núcleo foi criado no ano passado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos, com o objetivo de oferecer serviços de atendimento, orientação jurídica, psicológica e assistencial para a população de migrantes residentes no município de Niterói.

O Secretário de Direitos Humanos, Raphael Costa, reforçou a importância de políticas públicas para que casos de xenofobia e racismo não sejam banalizados.

“O assassinato do refugiado Moïse Kabamgabe, de 24 anos, foi um caso cruel de xenofobia e racismo. Sua memória não pode cair no esquecimento, para que casos assim não sejam banalizados ou esquecidos. Este fato reforça a importância de políticas públicas de proteção dos migrantes e refugiados”, destacou.

O Núcleo é uma parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM – ONU Migração) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), ou Agência da ONU para Refugiados. De acordo com dados do Programa Caritas (Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio, no Rio de Janeiro), Niterói tem mais de 2 mil refugiados residentes na cidade. Devido à pandemia do coronavírus, os atendimentos precisam ser agendados pelo whatsapp da Cidadania pelo número (21) 96992-9577.

 

 

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