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Niterói pode zerar internações por Covid na rede particular de hospitais

Por Redação
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Segundo o boletim semanal do Sindicato dos Hospitais de Niterói e São Gonçalo (Sindhleste), Niterói teve redução de 71% da ocupação dos leitos de UTI em duas semanas
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Foto: Divulgação

A taxa de ocupação de leitos por pacientes com Covid nos hospitais privados de Niterói segue em forte declínio pela quarta semana consecutiva. Segundo o boletim semanal do Sindicato dos Hospitais de Niterói e São Gonçalo (Sindhleste), a cidade tem 8 pacientes adultos internados com Covid em quartos e em UTIs.

Leia mais: Niterói decide esta semana se abandona máscara e passaporte de vacina

No dia 21 de fevereiro, Niterói tinha 28 pacientes internados em quartos e 22 em UTIs, o que significa uma redução de 71% da ocupação dos leitos de UTI no intervalo de duas semanas. Nesta segunda-feira, 7 de março, a cidade segue com uma criança internada em quarto na rede hospitalar privada.

O cenário da ocupação hospitalar na rede pública de Niterói também é animador. No momento, a cidade tem  8,9% dos leitos clínicos ocupados e 2,4% de UTIs.

Em São Gonçalo, os indicadores também são positivos. De acordo com o boletim Sindhleste, o município zerou a ocupação de UTIs da rede hospitalar privada; em quartos só há um paciente internado com Covid. Na rede pública, há 11 pacientes hospitalizados, segundo o boletim atualizado da Secretaria Municipal de Saúde de São Gonçalo.

A queda no número de pessoas internadas por complicações da Covid pode ser atribuída a alta cobertura vacinal somada à dose de reforço, que refletem numa queda significativa de testes positivos na cidade.
Niterói decide essa semana se abandona máscara e passaporte vacinal
Nesta semana, Niterói decide se abandona máscara e o passaporte de vacina, como fez o Rio de Janeiro nesta terça (8). A Prefeitura decidiu convocar o Comitê Científico para uma reunião, que ocorrerá nesta semana ainda, para avaliar os riscos da flexibilização. A tendência aqui é que, assim como no Rio, as medidas sejam relaxadas: primeiro o uso de máscaras em locais fechados; depois a abolição da exigência de comprovante de vacinação.

A Secretaria de Saúde do Município quer agir com cautela, para avaliar os efeitos do carnaval no contágio da Covid. No ano passado, a variante  Delta parecia estar sob controle, quando os casos da Ômicron explodiram nas festas de fim de ano.

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