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Epidemia de dengue no Rio recomenda cuidados em Niterói também

Por redação
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Município reforça combate ao Aedes Aegypit, embora tenha trabalho pioneiro de combate à dengue e baixos índices da doença
Casos de dengue explodiram no estado do Rio em 2022. Foto:  leitor
Prioridade é reduzir possíveis focos da dengue; aplicativo recebe denúncias de locais de risco. com água parada. Foto: arquivo

A declaração da prefeitura do Rio de Janeiro de uma epidemia de dengue. diante do aumento recorde dos casos da doença, acende o sinal de alerta em Niterói também, para o enfrentamento do Aedes Aegypt. A prefeitura recomenda atenção dos oradores para evitar e denunciar focos da doença. O Centro de Controle de Zoonose da Secretaria de Saúde  recebe solicitação de vistoria de focos de dengue através do aplicativo Colab.re. , o que permite estabelecer contato direto entre a população e as secretarias da cidade.

Em 2023, Niterói se tornou a primeira cidade brasileira com 100% do território coberto pelo método Wolbachia. No Brasil, ele é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com financiamento do Ministério da Saúde, em parceria com os governos locais. A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói  reitera que que no período de 01 a 29 de janeiro foram confirmados apenas três casos de dengue no município.

Denuncie focos de mosquitos

Em Niterói, o trabalho com o método Wolbachia.  foi iniciado em 2015 com uma ação piloto em Jurujuba. Em 2017, começou uma expansão no município, e o método Wolbachia chegou a 33 bairros das regiões praias da Baía e Oceânica. Em 2021, dados revelaram a eficácia da proteção garantida pela Wolbachia. Os números apontam a redução de cerca de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% de zika nas áreas onde houve a intervenção entomológica. Naquele período, 75 % do território estava coberto.

Apesar desta iniciativa, o trabalho de controle dos mosquitos deve ser permanente – e redobrado diante da epidemia de dengue no Rio. Durante todo o ano, os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizam o trabalho de rotina de prevenção e combate ao mosquito transmissor das arboviroses. A cobertura abrange 205 mil imóveis, com planejamento de visita pelos agentes a cada 2 meses.

Há cerca de 300 servidores envolvidos nas atividades de combate ao mosquito transmissor das arboviroses, e 5 mil imóveis são visitados diariamente. Além do trabalho diário, mutirões são realizados aos finais de semana, intensificando as ações de combate ao mosquito. O CCZ também recebe solicitação de vistoria de focos de dengue através do aplicativo Colab.re. o que permite estabelecer contato direto entre a população e as secretarias da cidade. Basta o usuário baixá-lo na loja de aplicativos e criar sua conta.

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