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Ana Botafogo lança livro em Icaraí e fala do carinho por Niterói

Livro sobre trajetória da primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio foi escrito pelo pai dela
Evento em Niterói com Ana Botafogo - Ana Botafogo ao lado de amigos de longa data
Ana Botafogo com os pais e alunos na noite de autógrafos do livro, em Niterói. Foto de divulgação

Primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio, Ana Botafogo falou do carinho que tem pela cidade durante sessão de autógrafos do livro “Ana Botafogo: palco e vida” nesta quinta-feira (18), na academia de dança Âmbar + Ana Botafogo, em Niterói.

– Tenho um carinho muito especial por Niterói e a minha escola de dança está sediada aqui. É um dia de reencontro e de felicidade – disse Ana Botafogo, cuja escola funciona na Rua Álvares de Azevedo, em Icaraí.

A bailarina completou:

– Estou muito feliz de ter feito essa tarde de autógrafos em Niterói. É um encontro com amigos queridos e de longa data que moram aqui em Niterói e que, por conta da pandemia, não via há muito tempo. Hoje está sendo um momento de reencontro e de felicidade, porque estou fazendo uma tarde de autógrafos do livro escrito pelo meu pai, que fez uma pesquisa enorme sobre toda a minha carreira. Estamos comemorando a amizade, a vida e toda essa trajetória.

Lançado pelo Instituto Bees of Love, o livro foi escrito pelo pai de Ana, o médico Ernani Fonseca, e relembra importantes momentos da vida profissional e pessoal da bailarina. A obra se transformou em uma ação de solidariedade. Parte da venda será direcionada à reforma da maternidade do Hospital Municipal Miguel Couto.

Baseada em recordações, registros da imprensa e em uma extensa pesquisa do autor, que levou 15 anos, a publicação reconstrói momentos marcantes da vida de Ana Botafogo, como o protagonismo em espetáculos clássicos como “O lago dos cisnes”, “Giselle”, “Coppélia” e “O quebra-nozes”, entre muitos outros. A vivência de quatro décadas no Theatro Municipal, que Ana celebra este ano, é relembrada nas 908 páginas da obra.

A maternidade do Miguel Couto atende cerca de 200 mulheres por mês, moradoras de comunidades como Rocinha, Vidigal e Rio das Pedras, e precisa modernizar as instalações.

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